Foto: DR

A GNR deteve em flagrante um homem de 60 anos, por caça numa área protegida, na localidade de Toucinhos, concelho de Ourém. Ainda naquele concelho, a GNR do Posto Territorial de Fátima deteve um homem de 55 anos pela prática de crimes de incêndio florestal e que estava foragido à justiça.

As diligências policiais tomadas “permitiram localizar o indivíduo que estava foragido à justiça”, sendo que os militares deram cumprimento ao mandado de detenção para o “cumprimento de pena de prisão efetiva pela condenação de três crimes de incêndio florestal qualificado e dois crimes de incêndio florestal”, informou a GNR, em comunicado.

O detido vai agora cumprir a pena de prisão efetiva de seis anos e seis meses, no Estabelecimento Prisional de Caldas da Rainha.

Já o indivíduo que se encontrava a caçar “em terreno não cinegético, nomeadamente a menos de 250 metros de residências”, foi identificado pelos militares através de uma ação de fiscalização.

Durante as diligências, foram apreendidos uma espingarda de caça e 13 cartuchos. Recorde-se que no período compreendido entre 20 de agosto de 2023 e 28 de fevereiro de 2024, a GNR realiza “ações de fiscalização ao exercício dos atos venatórios, para prevenção, deteção e repressão de situações em desconformidade com as normas legalmente definidas” em todo o território nacional.

Através do SEPNA, a GNR “tem como prioridade estratégica a defesa dos valores naturais e ambientais numa perspectiva de alcançar uma melhor segurança e bem-estar para os seres humanos e biodiversidade”, referem as forças militares, em comunicado.

Para quaisquer contributos ou denúncias nesta área, os cidadãos devem remeter para a Linha SOS Ambiente e Território (808 200 520), no sítio www.gnr.pt (Serviços/SOS Ambiente) ou através do correio eletrónico sepna@gnr.pt.

A intervenção contou com o reforço do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) de Tomar.

Apaixonada pelo mundo do jornalismo, é licenciada em Comunicação Social pelo Instituto Politécnico de Tomar / Escola Superior de Tecnologia de Abrantes. Acredita que "para chegar onde a maioria não chega, é necessário fazer o que a maioria não faz".

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