Praia fluvial do Agroal. Foto arquivo: CMO

A época balnear em Ourém arranca este sábado, dia 1 de julho, nas piscinas municipais ao ar livre e na praia fluvial do Agroal, que este ano hasteia a Bandeira Azul pelo 7º ano consecutivo. O momento solene do hastear da Bandeira Azul vai decorrer na terça-feira, 4 de julho, dia em que serão colocadas também as bandeiras “Praia Acessível” e “Praia com Qualidade de Ouro”.

Esta é uma distinção atribuída pela Associação Bandeira Azul e que reconhece as qualidades desta praia fluvial do concelho de Ourém com base num conjunto de critérios como a Gestão Ambiental e Equipamentos, Informação e Educação Ambiental, Qualidade da Água, Segurança e Serviços, entre outros.

Para além da bandeira “Praia Acessível”, será também colocada a bandeira relativa à distinção “Praia com Qualidade de Ouro”, atribuída pela Quercus, e que premeia os resultados de excelência na qualidade da água.

A época balnear em Ourém decorre até 15 de setembro, com o hastear das bandeiras no Agroal a decorrer na terça-feira, às 17h30.

Piscinas descobertas convidam a um mergulho até 15 de setembro

O município de Ourém informa que as piscinas exteriores do complexo municipal abrem este sábado ao público. O horário de verão estará em vigor até 15 de setembro, dia que se assinala o final da época balnear no concelho. As piscinas estão abertas todos os dias das 10h00 às 19h00, com exceção de segunda-feira em que só funcionam no período da tarde, a partir das 14h00.

As piscinas exteriores do complexo municipal abrem este sábado. Foto: CMO

O município de Ourém destaca “todas as comodidades que o espaço oferece, tais como acesso a balneários e vestiários, serviço de cafetaria, espreguiçadeiras e chapéus de sol, entre outras”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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