FOTO: SIC

A 24 de agosto de 1996, na Quinta da Granja, freguesia de Olival, concelho de Ourém, um indivíduo de 23 anos matou toda uma família (o casal e dois filhos de 2 e 5 anos) e roubou um conjunto de cheques. Três dias mais tarde pagou a primeira prestação de uma bateria com o dinheiro. Rapidamente capturado pelas autoridades, foi condenado a 25 anos de prisão, estando atualmente em liberdade.

http://sic.sapo.pt/Programas/queridasmanhas/queridasmanhas_lista/2017-05-11-Massacre-de-Ourem—Um-dos-crimes-mais-violentos-dos-ultimos-20-anos

O “Massacre de Ourém” foi uma das histórias que mais marcou o concelho de Ourém nos últimos 20 anos. A SIC recuperou a história, cuja reportagem foi transmitida no “Queridas Manhãs” no dia 11 de maio, quinta-feira.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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4 Comments

  1. A pena de morte devia ser para estes casos este animal selvagem agora a solta pode recomecar esta lhe na pele

  2. Em Portugal só não há pena de morte para os assassinos, porque as vitimas foram executadas a sangue frio sem qualquer direito a julgamento ou sentença.

    Das 4 vitimas duas eram crianças, que antes de morrer viveram momentos de terror dificeis de descrever. Uma socieade que não aplica a pena de morte a gente desta estirpe é uma sociedade de cobardes que mais tarde ou mais cedo irá pagar um preço por essa infame cobardia.

  3. Se Paulo Jorge é advogado no luxembourg devia ser admitido da ordem dos advogados porque não merece essa profissão porque é assassino para o resto da vida

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