A 24 de agosto de 1996, na Quinta da Granja, freguesia de Olival, concelho de Ourém, um indivíduo de 23 anos matou toda uma família (o casal e dois filhos de 2 e 5 anos) e roubou um conjunto de cheques. Três dias mais tarde pagou a primeira prestação de uma bateria com o dinheiro. Rapidamente capturado pelas autoridades, foi condenado a 25 anos de prisão, estando atualmente em liberdade.
O “Massacre de Ourém” foi uma das histórias que mais marcou o concelho de Ourém nos últimos 20 anos. A SIC recuperou a história, cuja reportagem foi transmitida no “Queridas Manhãs” no dia 11 de maio, quinta-feira.

A pena de morte devia ser para estes casos este animal selvagem agora a solta pode recomecar esta lhe na pele
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Em Portugal só não há pena de morte para os assassinos, porque as vitimas foram executadas a sangue frio sem qualquer direito a julgamento ou sentença.
Das 4 vitimas duas eram crianças, que antes de morrer viveram momentos de terror dificeis de descrever. Uma socieade que não aplica a pena de morte a gente desta estirpe é uma sociedade de cobardes que mais tarde ou mais cedo irá pagar um preço por essa infame cobardia.
Se Paulo Jorge é advogado no luxembourg devia ser admitido da ordem dos advogados porque não merece essa profissão porque é assassino para o resto da vida