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A Câmara Municipal de Ourém aprovou na reunião privada de 29 de janeiro, segunda-feira, a adesão do município ao Centro de Recolha Oficial Intermunicipal de Proença-a-Nova. Segundo comunicado de imprensa, esta medida “permite dar cumprimento à Lei 27/2016 de 23 de agosto que determina a proibição de eutanasiar animais por motivo de sobrelotação das instalações e o enterramento dos cadáveres, obrigando à incineração dos mesmos”.

A informação municipal refere que esta solução é “tecnicamente” a “mais adequada” e a “mais económica”, sendo que permite “uma utilização imediata e grandes economias de escala pelo número de municípios aderentes”. Ourém é o 14º concelho a integrar entre centro.

O município vai ter agora que adquirir um veículo para capturas e para o transporte de animais vivos e cadáveres. Terá ainda que construir novas instalações para um canil de transição, aproveitando parte do projeto já existente que previa um canil junto ao estaleiro municipal. Este espaço vai alojar cerca de 15 a 20 animais que aqui permanecerão até 21 dias antes de serem deslocados para o Centro de Recolha Intermunicipal.

A adesão foi aprovada por unanimidade “e impede que a Câmara se veja obrigada a construir e manter um Centro de Recolha Oficial próprio até ao final do presente ano”, termina a mesma informação.

Questionado pelo mediotejo.net sobre a razão da escolha do Canil de Proença-a-Nova, dada a maior proximidade com o Canil de Torres Novas, o presidente da Câmara, Luís Albuquerque, explicou que se tratou de uma opção, após aconselhamento com o veterinário municipal.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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