Ourém Comemora Dia da Europa com Assinatura de Protocolo e Debate sobre os 40 Anos da Adesão de Portugal à UE. Foto: AMO

O Município de Ourém assinala hoje o Dia da Europa com um programa diversificado no Centro de Documentação Joaquim Ribeiro, situado no Zambujal. A iniciativa, que tem início marcado para as 14h30, destaca-se pela formalização de uma importante parceria local e pela celebração das quatro décadas de integração de Portugal na União Europeia.

Um dos momentos centrais da tarde será a assinatura de um protocolo entre o Município de Ourém e a Liga dos Amigos do Centro de Documentação Joaquim Ribeiro.

Este acordo visa definir os termos e condições de utilização, manutenção e gestão das instalações da antiga Escola Primária do Zambujal, edifício onde atualmente funciona o centro de documentação.

A medida reforça o compromisso da autarquia com a preservação do património escolar e o apoio às instituições que dinamizam a cultura na região.

O programa prossegue com a apresentação do projeto vencedor da 8.ª edição da Assembleia Jovem de Ourém (AJO). No ano letivo 2025/2026, os jovens oureenses foram desafiados a refletir sobre o tema “Os 40 anos da adesão de Portugal à União Europeia:

Desafios e oportunidades para os jovens de Ourém”, trazendo para o debate público as perspetivas das novas gerações sobre o projeto europeu.

A vertente académica e de análise histórica estará a cargo de Eugénio Lucas, Professor Coordenador Principal do Instituto Politécnico de Leiria. O docente proferirá a conferência intitulada “Portugal e a CEE/UE. 40 Anos de Caminho Europeu (1986-2026)”, traçando um balanço do impacto da adesão portuguesa desde meados da década de 80 até à atualidade.

O evento, que conta com a colaboração da Escola Profissional de Ourém, encerrará com um período de debate aberto a todos os participantes, seguido da sessão de encerramento prevista para as 16h30.

As inscrições para o evento podem ser realizadas através do contacto telefónico 964 166 392 ou pelo e-mail protocolo@cm.ourem.pt.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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