Ampliação da ERPI do Centro de Bem-estar do Bairro inaugurada em Ourém. Créditos: CMO

A cerimónia de inauguração da ampliação da Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) do Centro de Bem-Estar do Bairro foi realizada na tarde de sábado, 23 de novembro. O custo total da obra foi de 1.2 milhão de euros [1.245.148,37€], financiado em parte pelo programa PARES e com um contributo da Câmara de Ourém no valor de 200 mil euros.

Esta instituição particular de solidariedade social tem desempenhado um papel significativo no desenvolvimento da comunidade local, promovendo inclusão e bem-estar.

A cerimónia contou com a presença de diversas personalidades, entre as quais o presidente da Câmara Municipal de Ourém, Luís Miguel Albuquerque, acompanhado pelos vereadores Micaela Durão e Humberto Antunes, bem como pelo presidente da Junta de Freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias, Luís Oliveira, e outras entidades de relevo.

Durante a sua intervenção, Luís Miguel Albuquerque expressou a sua satisfação com a inauguração, sublinhando a importância desta obra para a comunidade. Aproveitou ainda para referir outras iniciativas em curso ou previstas para Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) em diferentes freguesias do concelho, reforçando o compromisso do município com o apoio social.

O Centro de Bem-Estar do Bairro tem como missão apoiar cidadãos em situações de vulnerabilidade, incluindo idosos, pessoas com invalidez ou carências económicas. Além disso, desenvolve atividades sociais, culturais e recreativas, contribuindo para a integração social e comunitária, com especial atenção à infância e juventude.

Esta nova fase na história da instituição reforça o seu papel central na promoção do bem-estar e da coesão social, representando mais um passo em direção ao fortalecimento da comunidade local.

A bênção do novo espaço foi conduzida pelo padre Joaquim Domingos Luís, pároco de Nossa Senhora das Misericórdias.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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