Assembleia Jovem de Ourém (AJO). Foto: CMO

O tema da edição deste ano da Assembleia Jovem de Ourém (AJO) tem por base a Jornada Mundial da Juventude e a vinda de Sua Santidade, o Papa Francisco, a Fátima, em agosto do próximo ano, o que motivará a presença milhares de jovens na cidade da Paz. O arranque da edição deste ano da AJO acontecerá esta segunda feira, dia 14 de novembro, com a divulgação do projeto nas escolas habilitadas a participar.

As escolas habilitadas são a EB2,3 de Freixianda; EB2,3 Cónego Dr. Manuel Lopes Perdigão – Caxarias; EB2,3 D. Afonso, IV Conde de Ourém; Escola Básica e Secundária de Ourém; Centro de Estudos de Fátima; Colégio do Sagrado Coração de Maria; Colégio de S. Miguel; Escola de Hotelaria de Fátima e Escola Profissional de Ourém.

Para o presidente da Assembleia Municipal de Ourém, entidade promotora da AJO, a escolha do tema “Welcome to Fátima. Visit Ourém” “foi fácil e óbvia”.

“O que fizemos foi pegar nesta oportunidade única que temos para divulgar a riqueza do nosso concelho (a praia Fluvial do Agroal, o Castelo de Ourém, o Monumento Natural das Pegadas dos Dinossáurios, etc), e colocar os nossos jovens a pensar em formas de divulgar estes pontos de interesse, assim como criar pacotes de atividades e de animação que complementem a sua estadia”, explicou João Moura.

“Queremos proporcionar aos jovens que nos visitam a melhor experiência possível. Queremos que se sintam bem no nosso território e que tenham vontade de voltar”, acrescentou.

A AJO desafia anualmente os alunos dos 2º e 3º ciclos e do ensino secundário a refletir sobre um tema atual. Para o presidente da Assembleia Municipal, “colocar estes jovens a pensar sobre atividades que possam unir a diversão ao lazer e ao património do seu concelho, aliado ao facto de se destinar a um público com idades muito próximas das suas, seria um desafio interessante”.

“A AJO tem sido um sucesso, já replicado por vários municípios do País e isso só é possível porque os nossos jovens se têm empenhado em apresentar, ano após ano, propostas com aplicação prática, dando uma verdadeira lição de cidadania aos mais adultos”, destacou João Moura.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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