Carro de bombeiros de Constância envolvido em acidente em Ourém, operacionais regressaram de imediato ao combate às chamas . Foto ilustrativa: mediotejo.net

Um acidente entre um veículo dos bombeiros de Constância, que combatia o incêndio que lavra no concelho de Ourém, e um automóvel, provocou hoje três feridos ligeiros nos ocupantes da viatura particular. Os cinco bombeiros de Constância estão todos bem e já regressaram ao combate às chamas, disse Adelino Gomes, presidente da corporação constanciense.

De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), o acidente ocorreu, pelas 17:00, na freguesia de Espite, concelho de Ourém, e envolveu um veículo da corporação de Bombeiros de Constância e uma “viatura particular” que estaria a “observar o incêndio” que deflagrou ao início da tarde no município.

A mesma fonte adiantou que os três feridos ligeiros eram ocupantes da viatura particular e foram assistidos no Hospital de Leiria. Os cinco ocupantes da viatura de bombeiros de Constância, apesar de “nervosos” com o incidente, estão bem e seguiram de imediato para o combate às chamas que lavram no concelho de Ourém.

Adelino Gomes, presidente da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Constância. Foto: mediotejo.net

ÁUDIO | ADELINO GOMES, PRESIDENTE DIREÇÃO AHBVC:

O incêndio que deflagrou ao início da tarde na freguesia de Espite, no concelho de Ourém, distrito de Santarém, estava a ser combatido às 19:50 por 409 operacionais, apoiados por 118 viaturas e oito meios aéreos.

Segundo adiantou a fonte do CDOS de Santarém, o fogo ameaça vários núcleos habitacionais, mas ainda não existe registo de que alguma habitação tenha ardido.

Este fogo obrigou ao corte da circulação ferroviária na Linha do Norte, desde cerca das 18:30, e atingiu um aviário na localidade de Resouro, na freguesia de Espite.

O ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, anunciou hoje que o território continental vai estar em situação de alerta entre domingo e terça-feira, devido ao risco de incêndio.

C/LUSA

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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