Ourém abre 2026 com concerto especial de Cuca Roseta e Orquestra de Sopros. Foto: ©Hugo Moreira

O concelho de Ourém inicia 2026 em grande com um Concerto de Ano Novo que junta a fadista Cuca Roseta e a Orquestra de Sopros de Ourém (OSO), no dia 3 de janeiro, às 21h30, no Teatro Municipal. O espetáculo celebra também o 40.º aniversário da OSO, formação de referência com mais de cinquenta músicos, sob a direção do maestro Alberto Roque, prometendo uma experiência musical que une tradição e modernidade.

Cuca Roseta, uma das mais prestigiadas intérpretes do fado português contemporâneo, interpretará parte do seu repertório mais emblemático, incluindo clássicos do fado e temas que marcaram a sua carreira, com arranjos especialmente concebidos para esta formação de sopros. A combinação da sua voz expressiva com a riqueza tímbrica da OSO cria um programa envolvente que valoriza o património musical português.

O concerto faz parte de um programa festivo que prolonga o espírito natalício e de passagem de ano em Ourém. As celebrações começaram em dezembro com as iluminações de Natal, mercadinhos e atrações familiares no Jardim Le Plessis-Trévise e noutras freguesias, com destaque para a chegada do Pai Natal, exposições de presépios, oficinas criativas e concertos em diversos espaços do concelho.

A programação prossegue após o concerto de Ano Novo com a III edição dos “Madeiros dos Reis”, agendada para o dia 10 de janeiro, às 21h30, junto ao Mercado Municipal de Ourém, promovida pela AMBO – Associação Musical Banda de Ourém.

Esta tradição junta música, fogo e convívio comunitário, mantendo a animação da quadra até à segunda semana de janeiro

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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