A Alêtheia Editora realiza esta quinta-feira, dia 8 de Setembro, às 18:30, em Fátima, a apresentação da obra “A Mensagem de Fátima na Rússia”, da autoria do historiador, escritor e jornalista português José Milhazes. A apresentação decorrerá na Capela Bizantina do Hotel Domus Pacis e estará a cargo de Pedro Gil, diretor do Gabinete de Comunicação do Opus Dei em Portugal.
José Milhazes (n. 1958), historiador, jornalista e escritor português, reside na Rússia (então União Soviética) desde 1977, onde se forma em História e onde é um dos poucos jornalistas ocidentais a assistir à queda da URSS. Actualmente é investigador e jornalista correspondente na Rússia de vários órgãos de comunicação portugueses. É ainda o responsável pelo blogue “Da Rússia”.
O Prefácio d´”A Mensagem de Fátima na Rússia” sublinha que a obra surge como resultado de uma investigação desenvolvida por José Milhazes junto dos arquivos da ex-União Soviética, “com acesso a informação privilegiada no que diz respeito à história da ex-União Soviética”.
“Em 2017, a Humanidade vai celebrar o centenário de dois dos mais importantes acontecimentos do século XX: as aparições de Fátima em Portugal (em maio) e a revolução comunista na Rússia (em novembro). Dois eventos que ocorreram em lados opostos do continente europeu, mas que rapidamente se transformaram em fenómenos universais”, antecipa ainda o Prefácio da obra.
O livro recupera os pontos que ligam estes dois momentos e fenómenos, “tornando públicos documentos completamente inéditos”, mostrando como “as mensagens ideológicas que traziam dentro de si rapidamente se alastraram aos cantos mais remotos do planeta”.
Na sua página oficial na Internet, o Apostolado Mundial de Fátima, que no Hotel Domus Pacis acolhe a apresentação e lançamento do livro, revela que “as referências ao Exército Azul (agora Apostolado Mundial de Fátima) e ao Ícone de Nossa Senhora de Kazan presentes no livro justificam a escolha da Domus Pacis como o local para a apresentação oficial da obra”.

Primeiro, dia 8 é quinta e sexta é dia 9.
Segundo, nunca percebi como é que se fala de uma mensagem de salvação de uma nação de uma revolução que só se dá umas semanas depois.
Terceiro, o José Milhazes é uma espécie de “faz tudo” para agradar a novas poderes senhores e o seu bolso.
Quarto, porque não se dedicam os protectores do “espírito de Fátima” ao que se passa em católicos e devotos países, p.e. Filipinas?
Quinto, se até agora nunca houve milagres em Fátima também não é o José Milhazes que o vai provocar.