Ourearte apresenta este sábado musical "O Bicho de Sete Cabeças" Foto: TMO

A Ourearte leva este sábado, dia 1 de junho, ao palco principal do Teatro Municipal de Ourém (TMO) uma adaptação musical do livro “O Bicho de Sete Cabeças: História de uma eleição democrática”, escrito por Carmen Zita Ferreira. A sessão dupla, às 17h00 e às 19h00, é direcionada para o público em geral.

Esta obra, que aborda a educação para a cidadania através de uma imaginativa narrativa, foi transformada e reimaginada num musical infanto-juvenil, com composição de Nélson Jesus, encenação de João Alves e direção de Tiago Alves.

Este projeto envolve várias classes da Ourearte, incluindo as Classes de Conjunto do 5.º e 6.º anos, a Classe de Canto e a Classe de Orquestra, destacando-se pelo talento local, com todos os participantes, dos autores aos intérpretes, oriundos de Ourém.

A história, narrada na primeira pessoa pela própria autora, Carmen Zita Ferreira, conta com cerca de uma centena de elementos em palco e leva-nos à cidade imaginária de Cata-vento, onde um peculiar cidadão, o Bicho de sete cabeças, vence uma eleição.

Carmen Zita Ferreira, autora do livro “O Bicho de Sete Cabeças: História de uma eleição democrática”. Foto: TMO

Cada cabeça do Bicho representa uma qualidade essencial para a boa governação. Contudo, a coroação enfrenta um dilema: há apenas uma coroa para várias cabeças, levando a um desfecho curioso e educativo, no qual toda a cidade aprende a resolver problemas coletivamente.

Na manhã de sexta-feira, 31 de maio, a peça foi inteiramente dedicada ao público escolar.

Para o público em geral, há uma sessão dupla este sábado, 01 de junho, às 17:00 e às 19:00, com a promessa de encantar e educar todos os presentes sobre a importância da cidadania e da colaboração comunitária.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

Leave a Reply