Sardoal. Fotografia: Paulo Jorge de Sousa

A Câmara de Sardoal recebeu duas candidaturas para o Orçamento Participativo de 2022, mas após apreciação e validação técnica das propostas, ambas foram rejeitadas.

O presidente da Câmara, Miguel Borges, explicou na última reunião de executivo, a 12 de julho, que uma das propostas foi rejeitada uma vez que o proponente “foi um eleito local e, segundo o regulamento, não pode participar”. A segunda foi igualmente rejeitada “por propor uma atividade já desenvolvida no concelho”.

As candidaturas para o terceiro Orçamento Participativo do Município de Sardoal estiveram abertas até ao dia 31 de março e deviam enquadrar projetos até ao montante máximo de 10 mil euros.

Com esta iniciativa, a autarquia pretende envolver os munícipes no sentido das necessidades se converterem em oportunidades, através da apresentação de propostas transversais e locais que visem a melhoria da qualidade de vida no concelho.

As candidaturas devem enquadrar projetos “exequíveis” até ao montante máximo de 10 mil euros, ao nível de intervenções físicas infraestruturais, pequenos equipamentos, serviços, programas e eventos em áreas temáticas como Ambiente e Turismo, Educação, Cultura, Juventude e Desporto, Mobilidade e Segurança, e Ação Social e Saúde.

O Orçamento Participativo municipal voltará a abrir possibilidade a novas candidaturas em 2023.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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