Os vereadores da oposição na Câmara Municipal de Ferreira do Zêzere, Hugo Azevedo e Alexandre Cruz, em comunicado, manifestaram “preocupação” com as condições em que continua a decorrer a Feira do Livro, apontando “falta de dignidade das estruturas” utilizadas que não prestigiam o evento e o concelho.
Na nota de imprensa, os eleitos da AD afirmam que “desde 2022” têm vindo a alertar, em reunião de câmara, “para a falta de condições e de dignidade das estruturas utilizadas na Feira do Livro de Ferreira do Zêzere”, sublinhando que, apesar dos sucessivos avisos, “infelizmente, nada mudou”.
Segundo os vereadores, o certame continua a funcionar em “simples estruturas metálicas com toldos em lona, sem qualquer qualidade estética, sem conforto, sem condições térmicas e completamente desadequadas para um evento cultural que deveria prestigiar o concelho e promover a leitura e os livros com dignidade”.
No comunicado, a oposição considera que “uma Feira do Livro não pode continuar a ser montada como se fosse um evento improvisado ou de recurso”, defendendo que o município deve investir “em estruturas modernas, funcionais e condignas, à altura daquilo que Ferreira do Zêzere merece”.


Os vereadores criticam ainda o executivo liderado por Bruno Gomes (PS), apontando que o problema “já vem do mandato anterior e mantém-se exatamente igual no atual mandato”, apesar dos “alertas repetidos” feitos em reunião de câmara.
A situação deste ano é descrita pela oposição como “ainda mais evidente e lamentável”, referindo que “os próprios toldos apresentam-se sujos, com acumulação visível de terra pelo interior e falta de manutenção”, transmitindo “uma imagem de desleixo que não dignifica o evento nem o concelho”.
A concluir, Hugo Azevedo e Alexandre Cruz defendem que “Ferreira do Zêzere merece mais”, acrescentando que “os trabalhadores merecem mais”, “os visitantes merecem mais” e que “a cultura merece mais respeito”.


Uma autentica vergonha. Enfim um executivo muito fraco, com pouca sensibilidade para a causa pública. Mas com muita apetência para a imagem pessoal, sendo já conhecido pelos viajantes pelo mundo à custa do povo. Nunca vi um presidente que tanto viajasse à custa.