Luís Grácio, militante do PS de Sardoal

O militante e ex-dirigente do Partido Socialista (PS) de Sardoal, Luís Grácio, morreu esta quinta-feira, aos 71 anos, devido a problemas cardíacos, apurou o mediotejo.net.

Luís Grácio, que sofreu um ataque cardíaco no dia de ano novo encontrando-se internado desde esse dia, “exerceu os mais altos cargos partidários” em Sardoal, disse ao mediotejo.net o presidente da concelhia do PS, Fernando Vasco.

Luís Grácio, que durante a sua vida profissional foi bancário, por duas ocasiões ocupou o cargo de presidente da Assembleia Municipal de Sardoal, durante os mandatos de Francelina Chambel, presidente da Câmara Municipal de Sardoal de 1976 a 1993.

Foi ainda vereador na Câmara Municipal eleito pelo PS, presidente da Concelhia e membro da Junta de Freguesia de Valhascos, de onde era natural e onde também foi dirigente associativo.

“Era um militante muito antigo. Muito ativo, sempre presente nas reuniões do PS. Nas últimas autárquicas, ainda participou na realização da lista para a Junta de Freguesia de Valhascos. Teve uma participação cívica durante toda a sua vida”, referiu Fernando Vasco, sublinhando as qualidade de Luís Grácio enquanto “dirigente associativo e partidário, com uma militância muito generosa”.

Surpreendido com a morte do camarada, Fernando Vasco deu conta da “grande consternação de todos os amigos e camaradas. Não estávamos à espera” deste desfecho, confessou.

Luís Grácio nasceu a a 26 de agosto de 1946 e faleceu a 4 de janeiro de 2018. O funeral realiza-se esta sexta-feira dia 5, às 15:00, para o cemitério de Valhascos.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

Leave a Reply