Carmen Zita Ferreira. Foto: DR

O livro ‘O Morcego Bibliotecário’, da escritora oureense Carmen Zita Ferreira, está no top ten nacional e entre os 530 livros escolhidos pela IFLA (Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias), que fazem parte do programa The World Through Picture Books (O mundo através dos livros ilustrados).

“Uma alegria desmedida saber que um dos meus livros está na lista dos dez preferidos em Portugal”, escreveu a escritora na sua rede social Facebook. “Obrigada a todos os Bibliotecários Portugueses que escolheram este livro que editei com o Paulo Galindro”.

Carmen Zita Ferreira nasceu em 1974, em Ourém, e é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, na variante de Estudos Portugueses, pela Universidade Nova de Lisboa – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas.

Tem também o mestrado em Ciências Documentais, na variante de Bibliotecas e Centros de Documentação, pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa.

Publicou o seu primeiro livro em 2004, intitulado de “Jogo de Espelhos”, e dois anos depois publicou “Do mar grande e doutras águas”, um projeto com a colaboração de mais quatro poetas portugueses.

Em 2010, estreou-se na Literatura Infantil e Juvenil, com o livro “O Bicho de sete cabeças – História de uma eleição democrática”, recomendado pelo Plano Nacional de Leitura (PNL), que serve de apoio a projetos relacionados com Cidadania.

Conta com vários livros já editados, nomeadamente o “O Morcego Bibliotecário”, que também faz parte do PNL, e que está na terceira edição dos livros escolhidos pela IFLA.

O programa ‘O mundo através dos livros ilustrados’ conta com uma lista comentada de livros ilustrados provenientes de todo o mundo, que são recomendados pelos bibliotecários do seu país. Este ano, a terceira edição conta com livros oriundos de 37 países (e em 37 línguas), que estão em exposição nas bibliotecas nacionais de França e do Japão.

Foto: DR

Apaixonada pelo mundo do jornalismo, é licenciada em Comunicação Social pelo Instituto Politécnico de Tomar / Escola Superior de Tecnologia de Abrantes. Acredita que "para chegar onde a maioria não chega, é necessário fazer o que a maioria não faz".

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