A 27 de novembro, Nuno Garcia Lopes celebra 30 anos de carreira literária e 60 anos de vida. Créditos: mediotejo.net

Como um “adolescente entusiasmado”. É assim que Nuno Garcia Lopes descreve o seu estado de alma, no momento em que cumpre 60 anos de vida e 30 de atividade literária, com a cabeça a fervilhar de ideias e novos projetos. A data vai ser celebrada em palco, com uma noite especial de poesia, música e performance, intitulada “Outonar”. Será a 27 de novembro, às 21h00, no Cine-Teatro Paraíso, em Tomar.

O autor convidou vários amigos e cúmplices artísticos: atores, músicos, estátuas vivas e outros intérpretes darão voz aos seus textos, num espetáculo pensado para celebrar a palavra e o encontro entre artes. Em palco haverá também conversa entre o escritor e o seu irmão, Felipe, recriando o estúdio de rádio onde ambos começaram a dizer poesia em público.

A celebração inclui também o lançamento do livro “A Poesia”, obra que reúne os seus poemas publicados, inéditos e dispersos ao longo destes 30 anos, funcionando como uma espécie de colheita comemorativa do percurso do escritor, num volume de 416 páginas, com paginação e design de Madalena Garcia Chaveiro e ilustração de Catarina Garcia Marques.

O livro marca a estreia da editora “acorda”, dirigida por Garcia Lopes, que promete lançar nos princípios de 2026 novas obras, entre as quais ilustrações de SAL (Gonçalo Figueiredo), poesia de José Carlos Barros (Prémio Leya 2022) e uma coleção de cartas, para serem enviadas pelo correio para aqueles de quem mais gostamos.

A entrada no espetáculo “Outonar” é livre, embora limitada à lotação da sala. O livro “A Poesia” encontra-se à venda com condições especiais através do e-mail acordaeditora@gmail.com.

Mestre em Jornalismo e apaixonada pela escrita e pelas letras. Cedo descobriu no Jornalismo a sua grande paixão.

Sou diretora do jornal mediotejo.net, diretora editorial da Médio Tejo Edições e da chancela de livros Perspectiva. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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