Cerimónia do 102ª aniversário do Núcleo de Abrantes da Liga dos Combatentes decorre a 29 de setembro. Foto arquivo NLC

O Núcleo de Abrantes da Liga dos Combatentes comemora na segunda-feira, dia 29 de setembro. o seu 102.º Aniversário, no Jardim da República, em Abrantes. As cerimónias terão início às 10h00 com uma missa em homenagem a todos os combatentes falecidos, na Igreja de São João Baptista, e, pelas 11h00, terá início a cerimónia no Jardim da República, contando com honras militares.

A cerimónia contará com uma alocução do presidente do Núcleo de Abrantes da Liga dos Combatentes, Coronel de Infantaria Fernando Atanásio Rodrigues, e do presidente da Liga dos Combatentes, Tenente General Chito Rodrigues, que presidirá à iniciativa, sendo ainda atribuídas medalhas comemorativas dos 25 anos de Sócio da Liga dos Combatentes.

Programa:

10h00 – Missa de sufrágio na Igreja de S. João

11h30 – Cerimónia Militar, no Jardim da República, com:

– Cerimónia de Homenagem aos Mortos

– Deposição de coroa de flores

– Entrega de Medalhas e Testemunhos de Apreço aos Sócios que completam 25 anos de associados

– Alocução do Presidente do Núcleo de Abrantes

– Alocução do Presidente da Liga dos Combatentes

Cerimónia do 102ª aniversário do Núcleo de Abrantes da Liga dos Combatentes decorre a 29 de setembro. Foto arquivo NLC

No final da cerimónia será efetuada uma visita à exposição estática do RAME, seguida de almoço convívio.

Fernando Rodrigues é o presidente do Núcleo de Abrantes da Liga dos Combatentes,. Foto arquivo: ,mediotejo.net

O Núcleo de Abrantes da Liga dos Combatentes é uma associação que representa e apoia os combatentes e seus familiares na região, com cerca de 1400 sócios, tendo sido fundado em 1923. Realiza eventos e atividades como o Almoço Convívio dos Sócios e cerimonias militares, promovendo o respeito, a memória e a homenagem aos combatentes de Portugal. 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

Leave a Reply