Foto: CMA

O Núcleo de Abrantes está a assinalar os 100 anos de existência que se fundem com o centenário da criação da própria Liga dos Combatentes a nível nacional. O programa comemorativo, que decorre até outubro, englobou a exibição do filme ‘Guerra’, na terça-feira, na Biblioteca Municipal, e uma cerimónia militar que vai decorrer na manhã de sábado, dia 30, seguida de homenagem aos que sucumbiram na guerra e um almoço convívio entre sócios combatentes e seus familiares.

Depois da exposição evocativa do Centenário da Liga dos Combatentes, que esteve patente no Palácio dos Governadores, na fortaleza de Abrantes, o programa inclui uma missa a decorrer na sexta-feira, dia 29 de setembro pelos sócios já falecidos, na Igreja de São João, pelas 9h30, seguida de palestra na Biblioteca Municipal pelo historiador Coronel Luís Albuquerque, que virá a Abrantes falar da ligação da Liga dos Combatentes a Abrantes e do seu papel na comunidade.

No sábado, dia 30 de setembro, terá lugar a cerimónia militar no Jardim da República, junto do Monumento aos Mortos da Grande Guerra, com acompanhamento musical pela banda da Sociedade de Instrução Musical Rossiense.

Pelas 12h15 os participantes deslocam-se ao RAME (Regimento de Apoio Militar de Emergência) no Quartel militar de Abrantes, para homenagem aos mortos e descerramento de placa, bem como fotografia de grupo, antecedendo um almoço-convívio no Restaurante A Cascata.

A 20 de outubro, integrado na Feira Nacional de Doçaria Tradicional, o Núcleo de Abrantes da Liga dos Combatentes brinda toda a população com um concerto pela Banda da Força Aérea, a ter lugar no Largo 1º de Maio, numa ação que pretende aproximar a comunidade em geral desta instituição e sensibilizando para a sua importância e papel na sociedade.

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Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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