Durante a apresentação, na reunião de Câmara do dia 1 de outubro, foi explicado pelo vice-presidente da autarquia, João Gomes, que se procederá à demolição e reestruturação dos edifícios existentes e que já tinham sido adquiridos pela Câmara Municipal para este fim, sendo removida a Rua José da Silva Mendes e construído um novo acesso mais afastado das moradias ali existentes, mas garantido o acesso às mesmas.
Será criado neste novo espaço público um parque infantil, uma zona verde, de lazer e recreio, com aparelhos de ginástica ao livre, um parque de diversão para cães, além de nova bolsa de estacionamento que servirá aquela zona. Também será criado um novo acesso rodoviário àquela zona da localidade.
A estrada será afastada por questões de visibilidade e de segurança dos moradores daquele local e haverá redefinição da rede viária e de todo o espaço urbano naquela zona por via da demolição de edifícios e requalificação de terrenos que são propriedade da Câmara Municipal.
A nova ligação visa tornar a travessia pedonal da EN118, sob jurisdição municipal, mais segura e facilitada, e permitir a divisão entre os espaços verdes/lazer e o espaço de estacionamento/circulação.

Neste projeto é proposta a criação de dois lugares de estacionamento para autocarros, cinquenta lugares de
estacionamento para automóveis, dos quais quatro serão para pessoas com mobilidade reduzida, e ainda um lugar de estacionamento para ambulâncias, localizados na proximidade da USF Beira Tejo.
Por sua vez, o presidente da Câmara referiu-se ao lançamento de mais uma “importantíssima” empreitada no concelho, lembrando que o município ao criar, por via da requalificação do antigo Mercado do Rossio ao Sul do Tejo, a Unidade de Saúde Familiar Beira Tejo, adquiriu posteriormente toda a zona envolvente entre a Igreja local e a USF para construir este novo enquadramento, “porque era importante pela ausência de estacionamento junto à unidade de saúde, havia dificuldade, e é uma zona de grande movimento”.
“Não vamos só fazer requalificação de todo aquele largo, não vamos criar uma nova praça ali. Vamos criar uma plataforma superior, vai-se entrar numa nova praça, ao exemplo do queremos fazer no antigo Mercado em Abrantes, onde o pavimento vai ser diferente e onde os carros se obrigam a reduzir a velocidade e a ter uma nova linguagem”, explicou Manuel Jorge Valamatos, referindo que chegou o momento de avançar com esta empreitada havendo oportunidade de financiamento comunitário por via do programa ITI – Instrumento Territorial Integrado do Médio Tejo para um investimento que se cifra em 879.061,37 € + IVA .
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