Apesar de ainda faltarem dois meses para as eleições autárquicas de 12 de outubro, a direção do jornal mediotejo.net decidiu solicitar aos seus colunistas políticos a suspensão da sua colaboração a partir de 12 de agosto.
A lei determina que essa suspensão ocorra durante o período oficial de campanha eleitoral (entre 30 de setembro e 10 de outubro) mas a luta política começa a travar-se muito antes e, havendo já entre os nossos colunistas candidatos oficiais, e outros com responsabilidades acrescidas nas distritais dos seus partidos, entendemos que esta é a posição mais correta – à semelhança do que fizemos nas eleições anteriores.
A defesa do pluralismo de opiniões e igualdade de oportunidades está inscrito desde o primeiro dia na matriz deste jornal, no seu Estatuto Editorial, que define que o mediotejo.net se rege, no exercício da sua atividade, “pelo cumprimento rigoroso das normas éticas e deontológicas do jornalismo; defende o pluralismo de ideias, pautando-se pelo princípio de que os factos e as opiniões devem ser claramente separados; é independente do poder político, do poder económico e de quaisquer grupos de pressão”.
O papel da comunicação social é vital para a formação da opinião pública e, cada vez mais, importa diferenciar os factos das opiniões, o que é verdade do que é um boato, ou uma mentira fabricada para atingir fins nem sempre claros.
Nesse sentido, também os jornalistas e outros colaboradores regulares do jornal – tendo a liberdade consagrada na Constituição de votarem e apoiarem os candidatos e partidos que entenderem, a nível pessoal –, não publicam quaisquer artigos sobre Política caso seja pública a sua preferência partidária e suspenderão a sua colaboração com o mediotejo.net caso assumam qualquer responsabilidade nas campanhas dos partidos, nos próximos meses.
O mediotejo.net pretende fazer uma vez mais uma rigorosa cobertura do período eleitoral que se avizinha, promovendo debates entre todos os candidatos e assegurando as condições para que possam ter igualdade de oportunidades no tratamento jornalístico das suas candidaturas.
O papel da comunicação social é vital para a formação da opinião pública e, cada vez mais, importa diferenciar os factos das opiniões, o que é verdade do que é um boato, ou uma mentira fabricada para atingir fins nem sempre claros. É essa a missão mais nobre do jornalista: ouvir várias fontes, confrontar, verificar e investigar todas as informações.
Não apoiamos nenhum partido nem nenhum candidato: o nosso comprometimento é com a isenção e a verdade, em nome do serviço público que queremos prestar aos nossos leitores.
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