The Peorth atuam este sábado no ciclo "Música na Praça" em Vila Nova da Barquinha. Foto arquivo: TP

A banda The Peorth sobe ao palco da Praça da República, em Vila Nova da Barquinha, este sábado, 25 de julho, às 21h30, para mais um concerto integrado no ciclo “Música na Praça”, promovido pelo Município no âmbito da programação de animação de verão de 2026.

Com entrada gratuita, a iniciativa pretende voltar a dinamizar o centro histórico da vila durante as noites de verão, proporcionando concertos ao ar livre dirigidos a públicos de diferentes idades, à semelhança das edições anteriores do ciclo.

Natural de Ourém, a banda The Peorth nasceu em 1998 e conta com mais de 25 anos de carreira. Ao longo deste percurso, atuou de norte a sul do país, incluindo as regiões autónomas, e também em Espanha, afirmando-se como um projeto dedicado à música ao vivo e à interação com o público.

O grupo apresenta um repertório assente em grandes êxitos do pop, rock e hard rock, nacionais e internacionais, privilegiando temas que marcaram as décadas de 1980, 1990 e 2000. A proposta passa por revisitar clássicos de várias gerações, num espetáculo pensado para unir diferentes faixas etárias através da música.

Segundo a apresentação da banda, cada concerto procura proporcionar uma experiência dinâmica e participativa, combinando qualidade musical, proximidade com o público e um ambiente de festa do primeiro ao último tema.

O “Música na Praça” integra a programação cultural de verão do Município de Vila Nova da Barquinha, que volta a apostar na realização de concertos gratuitos ao ar livre como forma de dinamizar o espaço público e atrair residentes e visitantes às noites estivais.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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