Noite Remember vai decorrer este sábado no parque ribeirinho de Vila Nova da Barquinha. Foto ilustrativa: Feel Good Events

A 8ª edição do ‘Remember Entroncamento’ está de regresso este sábado para mais uma edição que promete reviver as décadas de 70, 80 e 90. O evento anual, conhecido por despertar memórias e muitas emoções, vai decorrer no parque ribeirinho de Vila Nova da Barquinha.

A edição deste ano do Remember Entroncamento vai contar com quatro palcos com diferentes propostas musicais, asseguradas por 10 bandas e 9 Dj’s, para além de decorrer num espaço mais central, com uma nova entrada, e 200 lugares sentados de restauração.

A 8ª edição do Remember Entroncamento foi apresentado em junho e já anunciava um cartaz com muitas bandas e DJs em quatro palcos diferentes. Foto: Paulo Pereirea

A 8ª edição do Remember Entroncamento foi apresentado em junho e já anunciava um cartaz com muitas bandas e DJs em quatro palcos diferentes. A abertura das portas está agendada para as 19h00 e pode obter mais informações AQUI, na página oficial da organização.

Palco CEDE – Doca Lounge (21:00) – Palco de abertura do evento, onde uma performance musical dos Concórdia dará as boas-vindas aos participantes, seguida do Quarteto de Ana Raquel Roque, numa fusão de temas tradicionais do rock e pop com a sonoridade do jazz e da atuação de Gonçalo Serras. A noite neste palco continua com os Dj’s, Hugo Luz, Alex V, e Themetish, que animarão a festa na doca Lounge.

Palco ERA Imobiliária – Rock Tributo (22:00) – Espaço dedicado ao rock, com as bandas A Kind of Queen, Stones Alive, The Fly e Classics Band.

Palco Entrelinhas (22:00 horas) – Good Times – A dança ganha destaque neste palco com as atuações dos grupos Xarepa Band, Oitenta e Picos, The Peorth e Sempr’abrir.

Palco Cidade PVC (22.00 horas às 07.00 horas) – Até o dia nascer, a festa da música com os Dj’s Rui Remix, Jorge Branco, Paulo Gouveia, Luís Bento, Carlos Adelino e Rui Moita.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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