Nersant tem 116 empresas a participar na feira digital dedicada à economia social. Foto ilustrativa: DR

Já decorre a 4.ª edição da Feira Social Digital, até 31 de março, uma plataforma virtual para o fortalecimento do setor da economia social da região de Santarém. Com a participação de 116 empresas e entidades, este evento virtual visa apoiar e promover o terceiro setor, bem como os produtos e serviços associados ao mesmo.

A Nersant tem desempenhado um papel considerado “fundamental” no apoio às entidades da economia social, reconhecendo a importância das suas atividades e intervenções na comunidade. É com esta visão em mente que a Feira Social Digital foi concebida, proporcionando um espaço especializado
onde empresas e instituições podem interagir, colaborar e expandir as suas redes de negócios e parcerias.

Durante todo o mês de março, as entidades e empresas participantes têm acesso a um espaço virtual exclusivo, onde poderão destacar os seus serviços, instalações e valências, e, no caso das empresas, os produtos e serviços que comercializam para o setor da economia social.

O acesso à feira é livre e não requer registo, facilitando a visita do público interessado em conhecer a diversidade e qualidade da oferta das instituições e empresas presentes da região.

A participação na Feira Social Digital é gratuita para Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e Misericórdias, assim como para os associados da Nersant.

O certame está disponível para visita com 116 entidades e empresas presentes. O acesso é realizado através do portal de negócios da NERSANT – Compro no Ribatejo – no link
https://compronoribatejo.pt/feira/4-feira-social-digital.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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