Museu de Geodesia, localizado no Centro Geodésico de Portugal, conseguiu registar em 2022 o seu melhor ano de sempre a nível de visitantes, Créditos: CMVR

O Museu de Geodesia, localizado no Centro Geodésico de Portugal, em Vila de Rei, conseguiu registar o seu melhor ano de sempre a nível de visitantes, registando 28.286 entradas neste espaço. De salientar ainda que este Museu conseguiu também bater o seu máximo mensal de visitantes em seis dos doze meses de 2022. Este espaço encontra-se, desde fevereiro do ano passado, concessionado à empresa ‘Rosa-dos-Ventos’ e apresenta o ‘Bolo de Chocolate + Feio de Vila de Rei’ com uma das suas principais atrações.

O Museu do Fogo e da Resina registou 2.549 visitantes ao longo do 2022, ou seja, segundo informou o Município em nota de imprensa “o seu terceiro melhor ano de sempre”, enquanto que o Museu Municipal foi visitado por 1.194 pessoas. Estes números mostram assim uma franca recuperação neste ano de retoma à normalidade pós-pandemia.

De realçar ainda os números de visitantes do Posto de Informação de Vila de Rei (que engloba igualmente a Loja de Produtos Endógenos), inaugurado em setembro de 2021, que, no ano de 2022, recebeu 3.079 visitantes e vem-se afirmando como uma importante referência no panorama turístico e cultural do Concelho.

A vereadora Rosa Martins, responsável pelo pelouro da Cultura, destaca que “num ano de recuperação pós-pandemia, os espaços museológicos de Vila de Rei registaram números bastante positivos, com registo de milhares de visitantes. Estes espaços assumem um importante papel enquanto referências culturais e turísticas, fortalecendo a grande qualidade e potencial de Vila de Rei enquanto destino turístico de excelência”.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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