Presidente da Câmara, Bruno Gomes, Vereadora da Educação, Elisabete Ferreira e Professora Inês Serrano, em representação da Direção do Agrupamento de Escolas de Ferreira do Zêzere. Foto: CMFZ

A Câmara Municipal de Ferreira do Zêzere procedeu à entrega dos manuais com o acesso para a utilização da Escola Virtual a todos os alunos do 1.º, 2.º, 3.º Ciclos e Ensino Secundário do concelho.

A cerimónia contou com a presença do presidente da autarquia, Bruno Gomes, da vereadora da Educação, Elisabete Ferreira, e da professora Inês Serrano, em representação da Direção do Agrupamento de Escolas de Ferreira do Zêzere.

Para Bruno Gomes, “a educação é um dos pilares maiores do concelho. Uma educação de qualidade e enquadrada na gestão local do currículo traduz-se num melhor futuro para o concelho e para a comunidade ferreirense”.

O autarca garante que a sua equipa trabalha “no sentido de oferecer as melhores condições para garantir uma educação e formação escolar de maior qualidade”, anunciando que pretende “reforçar o investimento na educação e manter um trabalho de articulação próxima com todos os agentes educativos para, “de forma plena e equilibrada”, exercerem as competências que recentemente foram transferidas para o município em matéria de educação.

“O mundo precisa de jovens cidadãos conscientes, informados e com acesso a ferramentas que lhes permitam superar-se e fazer parte da solução dos problemas com que hoje nos debatemos”, considera o presidente da Câmara.

Na sua opinião “a aplicação Escola Virtual se assume como instrumento e recurso pedagógico de grande relevância para o processo de construção do saber e do conhecimento, potenciando a motivação dos alunos e, por essa via, a obtenção de melhores resultados escolares”.

Terminou a sua intervenção fazendo votos de que os alunos e a comunidade educativa no geral “utilizem este recurso da melhor forma e que este investimento do município se traduza numa melhor educação, maior capacitação e melhores resultados”.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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