Município de Abrantes lança concurso para bar na zona ribeirinha de Alvega. Foto: CMA

O município de Abrantes abriu um concurso público para a exploração da cafetaria e bar da Estação de Canoagem de Alvega. As propostas, com valor base de 50 euros mensais, devem ser entregues até ao dia 30 de abril.

O contrato de cedência terá a duração inicial de três anos, podendo ser renovado anualmente até ao limite máximo de seis anos. O valor mensal será atualizado conforme a taxa de inflação. Os interessados podem consultar o programa de concurso e o caderno de encargos na Divisão de Desenvolvimento Económico da autarquia ou através do site oficial do Município (www.cm-abrantes.pt).

A documentação deve ser entregue no Serviço de Atendimento da Câmara Municipal até às 16h00 do dia 30 de abril. O ato público de abertura das propostas está agendado para o dia 5 de maio, pelas 10h00, no Salão Nobre dos Paços do Município.

A Estação de Canoagem de Alvega é uma das infraestruturas centrais da estratégia de valorização das margens do rio Tejo em Abrantes. Localizada numa zona onde o rio apresenta condições privilegiadas para a prática de desportos náuticos, a estação serve não só atletas e praticantes de canoagem, mas também turistas que procuram a tranquilidade daquela zona ribeirinha.

Estação de Canoagem em Alvega. Créditos: mediotejo.net

Historicamente, Alvega foi um importante porto fluvial e ponto de passagem estratégica desde a época romana (conhecida então como Aritium Vetus). A instalação da Estação de Canoagem veio requalificar uma área que antigamente estava ligada à subsistência ribeirinha, transformando-a num polo de lazer e desporto, sendo o espaço de cafetaria considerado essencial para o apoio aos visitantes que frequentam a zona fluvial e os trilhos circundantes.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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