Foto: CMA

Na tarde desta sexta-feira, dia 30 de janeiro, realizou-se em Abrantes uma reunião de “ponto de situação” sobre os impactos da depressão Kristin no concelho, confirmando-se que, três dias depois da passagem da tempestade, continuam a existir localidades sem fornecimento de energia elétrica, situação que também afeta o abastecimento de água.

O encontro foi convocado pelo Presidente da Câmara Municipal e contou com a participação de vereadores, do Coordenador Municipal da Proteção Civil, do Comandante dos Bombeiros, representantes das forças de segurança, da Junta de Freguesia, associações locais e serviços municipalizados.

As autoridades presentes garantiram que estão a ser feitos “todos os esforços” para resolver estas falhas “com a maior brevidade, em contacto direto e permanente com a E-Redes”.

Há habitantes de Martinchel, Tramagal e Rossio ao Sul do Tejo, entre outras localidades do concelho de Abrantes, que continuam sem a eletricidade reposta.

Com a declaração de “estado de calamidade” aprovada em Conselho de Ministros, passam a estar disponíveis formulários específicos para identificar e quantificar os danos ocorridos. A população, as associações e entidades públicas devem preencher estes formulários junto das respetivas Juntas de Freguesia. As empresas devem fazê-lo em articulação com a Associação Comercial e Empresarial de Abrantes (ACE) e a NERSANT, junto da Divisão de Desenvolvimento Económico.

O Município reforçou que todas as ocorrências reportadas devem ser acompanhadas, sempre que possível, por registos fotográficos. Além disso, foi feito um apelo a todas as entidades para que “promovam junto das comunidades a colaboração na resolução das situações mais urgentes, incentivando a sensibilização, o envolvimento e o espírito de entreajuda ativa da população”.

A autarquia garante, em comunicado enviado à nossa redação, que continuará “a acompanhar de perto a evolução da situação”, prestando apoio e informação às pessoas afetadas, afirmando ainda que este “é um momento que exige serenidade, responsabilidade e sentido coletivo”.

Sou diretora do jornal mediotejo.net, diretora editorial da Médio Tejo Edições e da chancela de livros Perspectiva. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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2 Comments

  1. Quem não viu o tamanho dos estragos não sabe avaliar o que se passa.
    Onde está o governo???
    A ajuda às populações?
    Os impostos que se pagam não é só para bons ordenados e demais regalias.
    ONDE ESTÁ O GOVERNO ?
    …………….

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