Colisão na Sertã mata dois homens e corta trânsito no IC8. Foto ilustrativa: DR

Uma mulher com cerca de 60 anos, de Riachos, foi atropelada mortalmente esta manhã à entrada do Hospital de Torres Novas, num local onde a Comissão de Utentes refere existir “pouca sinalização” e onde “passam diariamente milhares de veículos”. O presidente da Câmara de Torres Novas assegura que há sinalização e passadeiras no local.

“Por este local, entrada e saída do Hospital de Torres Novas/CHMT, passam milhares de veículos (sendo muitos deles ambulâncias)”, indica a Comissão de Utentes, em nota de imprensa, tendo referido que, naquele local, “de vez em quando, registam-se acidentes” devido a deficiente sinalização rodoviária.

Os utentes da Saúde afirmam ter “alertado” em devido tempo o Conselho de Administração (CA) do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) e a Câmara Municipal de Torres Novas “para a necessidade de acautelar as condições de segurança necessárias”, tendo adiantado que, “por parte do Hospital, foi já executada a sinalização horizontal em todo o espaço da sua responsabilidade”, tendo imputado à Câmara Municipal a falta, ou deficiente, sinalização exterior.

“Agora, falta a Câmara Municipal de Torres Novas proceder à pintura da sinalização horizontal da Avenida Xanana Gusmão e colocar grande e visível a sinalização vertical”, afirmou a CUSMT, numa crítica que o presidente da Câmara Municipal considera tão “injusta” quanto “lamentável”.

“Essa crítica é injusta e é lamentável porquanto existe sinalética e passadeira bem visível junto ao hospital. Infelizmente a senhora não utilizou a passadeira e acabou por ser atropelada, estando as autoridades a investigar se houve excesso de velocidade ou o que sucedeu. Agora, a Comissão de Utentes imputar responsabilidades à Câmara é que não tem cabimento”, disse ao mediotejo.net Pedro Ferreira, presidente do município torrejano.  

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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