Movimento P’la Nossa Terra candidata socióloga Manuela Dias à Câmara de Torres Novas. Foto: CC

A socióloga Manuela Dias, 64 anos, é a candidata do Movimento P’la Nossa Terra à Câmara de Torres Novas nas eleições autárquicas deste ano, elegendo uma “boa gestão” e a “qualidade de vida” como prioridades. A candidata a presidente da Assembleia Municipal é Margarida Figueira, sendo António Rodrigues o mandatário de campanha.

“Não estou aqui para prometer o impossível, mas para trabalhar incansavelmente (…) para que o nosso concelho prospere e seja um exemplo de boa gestão e qualidade de vida”, disse Manuela Dias, citada em comunicado.

A candidata à presidência da Câmara Municipal de Torres Novas assegurou ainda o compromisso de uma “gestão transparente e responsável”, onde “cada euro da Câmara será aplicado com rigor”, e em que “todas as decisões serão claras e acessíveis” aos munícipes.

Movimento P’la Nossa Terra candidata socióloga Manuela Dias à Câmara de Torres Novas. Foto: CC

Em comunicado, o Movimento P´la Nossa Terra anunciou hoje os seus cabeças de lista para a Câmara e a Assembleia Municipal, sendo Margarida Figueira a candidata a este órgão.

A candidata à Câmara Municipal, Manuela Dias, tem 64 anos, é casada, com formação superior em Sociologia, e desempenha atualmente funções de Técnica Especialista da MEO de Torres Novas.

A candidata a presidente da Assembleia Municipal de Torres Novas, Margarida Figueira, tem 49 anos, é formada em Economia na vertente Gestão de Empresas e exerce atualmente funções de Técnica de Canais Digitais no Grupo Montepio.

O mandatário de campanha é António Rodrigues, que concorreu em 2021 como cabeça de lista pelo Movimento P´la Nossa Terra.

“É com o coração cheio de orgulho e um profundo sentido de responsabilidade que me apresento hoje como candidata à Câmara Municipal do nosso querido concelho de Torres Novas. Nasci e cresci aqui, nas ruas que todos conhecemos, entre as nossas gentes, e é por amor a esta terra que dou este passo”, declarou a cabeça de lista do movimento independente.

Sublinhando que a sua candidatura “não é apenas uma lista de promessas”, antes “um compromisso genuíno”, Manuela Dias afirmou conhecer os “desafios” que o município enfrenta, mas também o “potencial” e a “força da comunidade” de Torres Novas.

“Quero uma Câmara Municipal de portas abertas, onde a vossa voz seja sempre ouvida e valorizada. Acredito que, juntos, com trabalho sério e transparência, podemos construir o concelho que todos merecemos”, acrescentou.

No comunicado, o Movimento P´la Nossa Terra indica ainda que, “oportunamente”, será apresentada a “síntese estruturante do Programa de Candidatura, com alusão aos principais objetivos” para o desenvolvimento do concelho.

Movimento P’la Nossa Terra candidata socióloga Manuela Dias à Câmara de Torres Novas

Nas eleições autárquicas de 2021, o PS conquistou 45,2% dos votos em Torres Novas, elegendo cinco dos sete elementos do executivo municipal. A coligação PSD/CDS-PP (16,9%) elegeu um vereador, tal como o Movimento P’la Nossa Terra (16,5%), num concelho que tinha então 30.795 eleitores inscritos.

O atual presidente do município, Pedro Ferreira, está a cumprir o seu terceiro e último mandato, tendo o PS anunciado que o advogado José Trincão Marques, 58 anos, será o seu candidato à Câmara de Torres Novas.

Além do PS e do Movimento P´la Nossa Terra, também o Chega, CDU e PSD já anunciaram os seus candidatos à presidência da Câmara Municipal de Torres Novas.

O empresário José Carola, 73 anos, concorre pelo Chega, com Júlio Costa, artista visual e doutorando em História da Arte, de 35 anos, a ser o candidato da CDU. Já o PSD anunciou o empresário Tiago Ferreira, 48 anos, como cabeça de lista.

As eleições autárquicas estão previstas para decorrer entre setembro e outubro.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Agência de Notícias de Portugal

Deixe um comentário

Leave a Reply