Alcanena recebe seminário dedicado à valorização do olival e do azeite. Foto: DR

A mostra gastronómica ‘À Mesa com Azeite’ está a decorrer nos restaurantes de Vila Nova da Barquinha até dia 30 de novembro. A iniciativa do município conta com nove restaurantes aderentes que durante um mês proporcionam a degustação do azeite à mesa e servem pratos como petingas no forno, polvo à lagareiro, sopa de couve e muitas outras receitas que têm no azeite o ingrediente comum.

A mostra gastronómica foi criada em 1999 com o objetivo de realçar a importância do azeite e dos pratos tradicionais no território do Médio Tejo, e no âmbito do turismo, assumindo a função de complemento de visitação ao património cultural e natural, homenageando em simultâneo este ingrediente emblemático na história da Barquinha, que em tempos idos teve em laboração de cerca de duas dezenas de lagares.

Restaurantes e pratos disponíveis:

  • Almourol – Couvada de bacalhau à Ribatejana
  • Café Estrela – Bacalhau assado com sopa de feijão; Tentáculos de pota à lagareiro
  • Fragata – Tiborna de bacalhau; Caldeirada à Fragata
  • Loreto – Polvo à Lagareiro; Bife de Atum (com destaque para a utilização de azeite em pó)
  • O Remo – Morcela de arroz com batata e legumes; Bacalhau cozido com grão e batata
  • Ribeirinho – Siluro ao alhinho; Lúcio de coentrada; Lombinho do rio aromático; Polvo à Lagareiro; Naco na frigideira
  • STOP – Bacalhau com broa; Polvo à Lagareiro
  • Tasquinha da Adélia – Bacalhau gratinado com queijo, batatas a murro e vegetais; Bife à Dom Prior; Bacalhau desfiado com broa e amêndoas e colorido com vegetais
  • Trindade – Torricado de polvo; Morcela de arroz com grelos; Sopa de feijão com couves

Com esta iniciativa, que iniciou a 1 de novembro, o município de Vila Nova da Barquinha reafirma o seu compromisso com a valorização dos produtos locais e a promoção da gastronomia tradicional, dinamizando simultaneamente o setor da restauração e o turismo no concelho.

Mais informações disponíveis em www.visitbarquinha.pt.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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