Centro de treinos de guarda redes nasceu há dois anos em Malpique. Constância, para fomento desportivo e social. Foto: ND

O Campo Municipal de Montalvo, em Constância, recebe este sábado, dia 13 de junho, a 2.ª Batalha de Guarda-Redes GoalkeeperLab. O evento esgotou as inscrições, fixando um recorde absoluto com 110 atletas vindos de todo o país.

A grande festa do futebol entre os postes arranca às 09h00 com a cerimónia de abertura da Batalha, seguindo-se o habitual aquecimento da prova com os convidados especiais. O torneio promete uma competição saudável dividida por vários escalões, prémios para os melhores classificados e muita animação ao longo do dia.

A iniciativa é organizada pelo GoalkeeperLab, um Centro de Treino Específico de Guarda-Redes sediado em Malpique (Constância) e que atua fortemente na região através de protocolos com clubes e entidades locais em Montalvo, Tramagal e Pego, contando atualmente com 48 atletas em formação contínua.

O grande destaque da edição deste ano é a presença de Jorge Vital, escolhido para padrinho da Batalha. O conceituado treinador de guarda-redes – que integrou as equipas técnicas de Rúben Amorim no Sporting CP, SC Braga e, mais recentemente, no Manchester United – vai acompanhar de perto o desempenho dos jovens guardiões.

A “Batalha de Guarda-Redes” transformou-se num evento de projeção nacional, atraindo participantes de zonas tão distintas como Porto, Braga, Castelo Branco, Serra da Estrela e Portimão.

Este fluxo de visitantes acaba por ter um impacto direto e muito positivo na economia do concelho de Constância.

“Isto movimenta muita coisa. Há famílias que vêm passar o fim de semana aqui, dormem nos alojamentos locais e consomem no comércio e nos restaurantes”, destaca Nuno Damásio, responsável pela organização, sublinhando o orgulho em ver todos os recordes possíveis serem batidos nesta segunda edição.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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