Rodrigo Leão atua em Torres Novas a 18 de novembro. Foto: DR

O Teatro Virgínia, em Torres Novas, recebe no sábado, dia 18 de novembro, um concerto do músico e compositor Rodrigo Leão, no âmbito do festival Misty Fest, que tem percorrido várias salas do país. O espetáculo está marcado para as 21h30 sendo a primeira parte assegurada pelo músico e produtor Carlos Maria Trindade.

Rodrigo Leão traz a palco o projeto “Piano para Piano”, que nasceu “depois de uma encomenda” do Festival de Piano, em Vila Nova de Cerveira, um “desafio que o levou a compor duas novas peças que são também o princípio de um novo caminho”, lê-se em nota informativa.

O concerto vai ser acompanhado por Rosa, filha do artista, que foi “a sua interlocutora” no espetáculo referido. A primeira parte (30 minutos) vai ser assegurada pelo músico e produtor Carlos Maria Trindade.

Apesar de ser “o primeiro a dizer que não é pianista”, o piano tem surgido na obra de Rodrigo Leão como “um complemento dos sintetizadores”, usado para escrever “memoráveis melodias e pensar nos envolventes arranjos a que foi dando corpo com os ensembles que criou”, explica a mesma nota.

Rodrigo Leão fez parte da banda portuguesa Madredeus durante quase dez anos, e em 1993 editou o seu primeiro trabalho intitulado Ave Mundi Luminar. Ao longo do seu percurso a solo o seu nome tem sido citado ao lado de referências da música contemporânea como Ryuichi Sakamoto, Ludovico Einaudi ou Jóhann Jóhansso.

O artista escreveu ainda para as bandas-sonoras da comédia A Gaiola Dourada, o drama nomeado para os Óscares O Mordomo, a série televisiva Portugal – Um Retrato Social e, ainda, o documentário No Intenso Agora, sobre os anos 1960.

Os bilhetes têm o custo de 15 euros, e podem ser adquiridos na bilheteira local (segunda a sexta das 11h00 às 12h30, e das 15h às 18h30), nos pontos aderentes Fnac e Worten, ou online.

Apaixonada pelo mundo do jornalismo, é licenciada em Comunicação Social pelo Instituto Politécnico de Tomar / Escola Superior de Tecnologia de Abrantes. Acredita que "para chegar onde a maioria não chega, é necessário fazer o que a maioria não faz".

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