Ministra da Cultura, Juventude e Desporto visitou Golegã para acompanhar investimento no Hippos. Foto: CMG

A ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, visitou este domingo a Golegã, acompanhada pelo secretário de Estado do Desporto, Pedro Dias, e pelo presidente do Instituto Português do Desporto e Juventude, Ricardo Gonçalves, no âmbito do contrato-programa celebrado com o Comité Olímpico de Portugal para a requalificação do Hippos – Centro de Alto Rendimento de Desportos Equestres.

O investimento prevê a construção de um novo picadeiro coberto, considerado pela autarquia uma das peças estruturantes em falta desde a criação do centro, permitindo melhorar as condições de treino, estágios e preparação de atletas e seleções nacionais e internacionais de alta competição.

Segundo informação já avançada pelo município, o projeto deverá representar um investimento superior a 1,2 milhões de euros, financiado através do Comité Olímpico de Portugal e do programa estatal de apoio aos centros de alto rendimento.

A nova infraestrutura deverá incluir um picadeiro coberto com dimensões de prova, iluminação, bancadas para cerca de 250 espectadores e tribuna de júri.

A Câmara da Golegã tem defendido que o Hippos deve funcionar como uma infraestrutura permanente de treino, competição e formação, reduzindo a dependência das condições meteorológicas e reforçando a capacidade de atrair seleções e cavaleiros estrangeiros ao longo de todo o ano.

A visita governamental incluiu também passagem pela Expoégua 2026, certame dedicado à promoção da criação do cavalo, com especial incidência na égua, que decorre até domingo na vila ribatejana e reúne criadores, cavaleiros e profissionais do setor equestre.

O evento integra provas de avaliação animal, concursos de dressage, equitação de trabalho e atrelagem, além de iniciativas ligadas à gastronomia, vinho e animação cultural, num programa que volta a afirmar a Golegã como um dos principais centros da atividade equestre nacional.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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