Bênção dos Capacetes de 2023 juntou 70 mil motociclistas em Fátima. Foto: CMO

Para o padre Carlos Cabecinhas, numa mensagem em vídeo divulgada pela Associação Bênção dos Capacetes (ABC) na sua página do Facebook, “a bênção dos capacetes tem-se tornado nos últimos anos um dos grandes acontecimentos e uma das grandes peregrinações ao Santuário de Fátima”.

“É um momento para reencontro, momento para rever os amigos (…), mas também um momento de oração, um momento para pedir a proteção de Deus”, disse o reitor do Santuário de Fátima, exortando os participantes a estarem “particularmente atentos às condições de segurança”, face aos acidentes rodoviários envolvendo motociclistas.

A IX Peregrinação da Bênção dos Capacetes, além da ABC, conta na organização com Grupo de Motorizadas As Mal Estimadas, Associação Motociclistas Esquadra Eclética das Forças Segurança, Clube Motard Os 300, Grupo Motard Moto Andanças, Moteros de Hoy, Grupo Motard Matuzas de Ponte Sor e os motoclubes do Seixal, Borba, Mértola e do Concelho de Portel.

Subordinada ao tema “Somos moldados e guiados pelo que amamos!”, a peregrinação terá início às 10:30, com a concentração para a peregrinação de estandartes junto à basílica da Santíssima Trindade, seguindo-se, às 11:00, a missa no altar do recinto.

Bênção dos Capacetes Foto arquivo: Santuário de Fátima/Bênção dos Capacetes

Associada à peregrinação decorre uma venda de artigos de ‘merchandising’, cujas receitas revertem para a aquisição de uma cadeira de rodas adaptada para um jovem de 23 anos, residente em Peniche, que ficou paraplégico na sequência de um acidente de moto em 2021.

A angariação de fundos para uma causa social é uma tradição associada há muito à Peregrinação da Bênção dos Capacetes.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Agência de Notícias de Portugal

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *