MIAA inaugura exposição coletiva de obras em papel da Coleção Figueiredo Ribeiro. Foto: MIAA

O Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes (MIAA) inaugura este sábado, às 16h00, a exposição coletiva “Da dobra que chama e traz – obras em papel da Coleção Figueiredo Ribeiro”, com curadoria de Catarina Mel e Ricardo Escarduça. A mostra fica patente até 29 de junho no MIAA, nas salas da Coleção Figueiredo Ribeiro.

A exposição coletiva integra obras de artistas como Alexandre Conefrey, Ana Jotta, André Cepeda, Bruno Cidra, Carlos Bunga, Cecília Costa, Dalila Gonçalves, Fernando Calhau, Francisco Tropa, Inês Teles, João Ferro Martins, João Maria Gusmão, José Loureiro, José Pedro Croft, Luís Paulo Costa, Nikias Skapinakis, Nuno Sousa Vieira, Rita Gaspar Vieira, Rui Horta Pereira, e Sara Bichão.

“Voltar a casa” é o título de uma outra exposição patente naquele espaço cultural, com trabalhos de Catarina Castel-Branco e de Manuel San-payo, e que pode ser visitada até 4 de maio.

“Voltar a casa” em exposição no MIAA até 4 de maio. Foto: MIAA

Com entradas livres ao domingo, o MIAA tem horário de funcionamento de terça-feira a domingo das 10:00 às 12:30 e das 14:00 às 17:30. Encerra à segunda-feira e feriados (exceto 14 de junho). Última entrada 30 minutos antes do encerramento.

Para visitas orientadas e serviços educativos aconselha-se marcação prévia com antecedência mínima de 15 dias para museusdeabrantes@cm-abrantes.pt

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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