Utentes do Médio Tejo insistem na abolição de portagens na A23 e A13. Foto arquivo: mediotejo.net

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Médio Tejo (CUSPMT) criticou hoje a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, por ter voltado atrás na promessa de abolição das portagens no interior do país, tendo feito notar que a concessão da A23 só termina em 2029 e a da A13 em 2030.

Em comunicado, a comissão lembra a frase proferida por Ana Abrunhosa, em maio de 2022, de que só ficaria satisfeita quando fossem abolidas as portagens no interior, e a feita 14 meses depois, no passado dia 17, de que a abolição das portagens nas ex-SCUT (estradas sem custo para o utilizador) só poderá ser ponderada “quando as concessões estiverem a terminar”.

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Médio Tejo sublinha, na nota, que a concessão da A23 só termina em 2029 e a da A13 em 2030.

C/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

Leave a Reply