A região de Lisboa e Vale do Tejo é a que merece maiores mudanças, com apenas três blocos de parto em pleno funcionamento entre 01 de junho e final de setembro (Abrantes, Cascais e Maternidade Alfredo da Costa). Foto: DR

O Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) fez um público agradecimento a todos os profissionais envolvidos na assistência hospitalar no Serviço de Urgências de Abrantes no âmbito do acidente de viação ocorrido no domingo em Nisa, e que levou a ativar o Plano de Contingência em Situação de Catástrofe. A unidade hospitalar de Abrantes recebeu 13 feridos e todos já tiveram alta.

“Profissionalismo, dedicação, espírito de missão e serviço público” são alguns dos elogios dirigidos aos profissionais do CHMT.

No documento distribuído aos profissionais, e a que o mediotejo.net teve acesso, é o próprio presidente do Conselho de Administração, Carlos Andrade quem faz o elogio à forma “muito competente” como foi acionada a Fase 1 do Plano de Catástrofe e Emergência e a “célere presença física de todos aqueles a que estão acometidas atribuições no âmbito do mesmo plano”.

Na carta dirigida aos profissionais do CHMT, Carlos Andrade destaca ainda a “cabal capacidade de resposta de todos os profissionais de serviço, quer no Serviço de Urgência Médico Cirúrgica quer nos diversos serviços de internamento”, tendo referido que a mesma contribuiu para um “código de valores que enaltece” a instituição.

Na noite de domingo, a Diretora Clínica do CHMT, Cristina Gonçalves, já havia avançado com declarações de “orgulho” pela prestação e resposta pronta dos profissionais do CHMT nesta situação de emergência hospitalar.

“O CHMT correspondeu a 100% neste episódio, com uma prestação global quase perfeita. Profissionalmente sinto-me muito orgulhosa da ação desenvolvida por toda a equipa”, declarou.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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1 Comment

  1. É lamentável que tanto profissionalismo funcione tão bem apenas em caso como estes e não no seu dia a dia.

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