Créditos: DR

A NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém, analisou o ranking de criação de sociedades do distrito de Santarém e verificou que Santarém, Ourém e Benavente foram os concelhos que mais sociedades criaram em 2016, Para além de Ourém, na região do Médio Tejo destaque ainda para o número de empresas constituídas em Torres Novas e Tomar, que completam o top 5 distrital.

Em nota de imprensa, a Associação Empresarial refere que Santarém criou 177 sociedades, Ourém criou 116 e Benavente 100. Destaque também para Torres Novas, que aparece em 4.º lugar do ranking, com 95 sociedades criadas, e, logo de seguida, para Tomar, com 77 sociedades criadas, ocupando o concelho o 5.º lugar.

Empatados em 6.º lugar estão os concelhos de Salvaterra de Magos e Almeirim, com 59 sociedades criadas, mais uma que a cidade de Abrantes, que se encontra, neste ranking, em 7.º lugar.

Em 8.º lugar está Rio Maior, com a criação de 57 sociedades, em 9.º lugar o Cartaxo, com 55 sociedades, e o Entroncamento em 10.º lugar, com a constituição de 42 sociedades. Seguem-se os concelhos de Coruche (32), Alcanena (28), Alpiarça (17), Golegã (16), Chamusca (15), Mação (14), Vila Nova da Barquinha (12) e Ferreira do Zêzere (10).

Sardoal e Constância são os únicos dois concelhos com um índice de constituição de sociedades abaixo de 10 no ano de 2016, com 2 e 4 sociedades criadas, respetivamente.

CONCELHO %
SANTARÉM 177 16,94%
OURÉM 116 11,10%
BENAVENTE 100 9,57%
TORRES NOVAS 95 9,09%
TOMAR 77 7,37%
ALMEIRIM 59 5,65%
SALVATERRA DE MAGOS 59 5,65%
ABRANTES 58 5,55%
RIO MAIOR 57 5,45%
CARTAXO 55 5,26%
ENTRONCAMENTO 42 4,02%
CORUCHE 32 3,06%
ALCANENA 28 2,68%
ALPIARÇA 17 1,63%
GOLEGÃ 16 1,53%
CHAMUSCA 15 1,44%
MAÇÃO 14 1,34%
VILA NOVA DA BARQUINHA 12 1,15%
FERREIRA DO ZÊZERE 10 0,96%
CONSTÂNCIA 4 0,38%
SARDOAL 2 0,19%
TOTAL 1045 100,00%

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *