Médio Tejo mostra potencial turístico e cultural na maior feira de turismo de interior. Foto: CIM

A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo está em destaque até este domingo na INTUR 2025, a Feira Internacional do Turismo de Interior que decorre em Valladolid, Espanha, e onde a região tem vindo a apresentar, desde sexta-feira, algumas das suas maiores riquezas turísticas e gastronómicas.

Este domingo, o protagonismo pertence ao Município de Ferreira do Zêzere, que entre as 14h00 e as 20h30 promove provas de vinhos e degustações típicas, com tigeladas, bons maridos e boas esposas a darem sabor ao último dia de presença do Médio Tejo no certame.

A participação iniciou-se na sexta-feira com ações dedicadas a Abrantes, Sardoal e Ourém, incluindo degustações de azeite, cubinhos de marmelada, provas de azeites locais, apresentação do Vinho Medieval de Ourém e a prova do tradicional Bolo do Arco.

Já no sábado, o foco passou por Ourém, Tomar e Vila Nova da Barquinha. A manhã foi dedicada à promoção da oferta turística de Fátima e da Vila Medieval de Ourém, acompanhada por degustações de Abafadinho da Moeda, Ginjinha do Castelo e Pastéis de Ourém. Seguiu-se Tomar, com provas de vinhos e do doce Beija-me Depressa, e a jornada terminou com Vila Nova da Barquinha, que trouxe à feira uma experiência de realidade virtual com visita imersiva ao Castelo de Almourol, além de licores e do doce Pirilau do Frade Ambrósio.

Até ao encerramento desta edição da INTUR, o Médio Tejo apresenta um vasto programa que combina divulgação turística, experiências imersivas e sabores regionais.

Hoje, domingo, entre as 14h00 e as 20h30, o stand destaca Ferreira do Zêzere, com provas de vinhos e degustações de tigeladas, bons maridos e boas esposas, encerrando três dias de promoção conjunta de uma região rica em cultura, património e gastronomia.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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