Máquinas de rasto são arma de combate a incêndios rurais. Foto: CMFZ

O Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo tem apostado em ações de treino operacional, destinadas a troca de conhecimentos e treino prático com máquinas de rasto contínuo (do tipo caterpillar e equivalentes) em operações de apoio a combate a incêndios rurais.

A ação mais recente decorreu em Ferreira do Zêzere, no dia 19 de julho, com uma parte teórica, que decorreu na sala de formação no quartel do Corpo de Bombeiros de Ferreira do Zêzere, e outra de prática no terreno, tendo sido utilizada a máquina de rastos do município em terrenos da autarquia.

Esta ação foi promovida pelo Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo através de dois elementos dos Corpos de Bombeiros de Abrantes e Torres Novas com experiência na área.

Os participantes pertencem aos Corpos de Bombeiros do Médio Tejo, à Brigada de Sapadores Florestais do Médio Tejo, à Afocelca, ao Regimento de Engenharia 1, à Unidade de Emergência de Proteção e Socorro da GNR e ao Município de Ferreira do Zêzere. Acompanharam toda a ação dois técnicos da Escola Nacional de Bombeiros. O Serviço Municipal de Proteção Civil de F. Zêzere colaborou na organização da ação.

A ação de treino foi aberta pelo 2º comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo e foi ainda visitada pelo Comandante sub-regional da mesma área e pelo Presidente da Escola Nacional de Bombeiros.

Máquinas de rasto são arma de combate a incêndios. Foto: CMFZ

Em nota de imprensa, o município de Ferreira do Zêzere destacou “um dia intenso de atividade de treino e troca de experiências” entre os diversos operacionais com vista a “identificar e destacar técnicas comuns e mais adequadas às diversas operações que este tipo de máquinas podem realizar”, nas operações de combate e consolidação de incêndios rurais, melhorando o desempenho e a segurança.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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