A Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo não desiste da intenção de adaptar o Aeródromo de Tancos em aeroporto regional, tendo em conta as “mais valias únicas” do mesmo, e já tem em marcha um estudo de viabilidade. De acordo com o contrato assinado, o estudo de viabilidade para um aeroporto regional em Tancos deve estar concluído no prazo de 92 dias, ou seja, cerca de três meses, e vai custar 37.500 euros + IVA.
O contrato foi assinado no dia 13 de maio entre a CIM do Médio Tejo e a empresa TIS – Consultores em Transportes, Inovação e Sistemas “para o desenvolvimento de trabalhos e estudos preparatórios que permitam conhecer e avaliar as mais-valias de um eventual aproveitamento da infraestrutura existente do Aeródromo de Tancos para a implementação de um aeroporto regional”.
Trata-se de um gabinete há mais de 25 anos no mercado e já com provas dadas. Trabalha com várias câmaras municipal, entidades intermunicipais, organismos públicos e empresas tanto em Portugal, como no Brasil e no Reino Unido.
Foi em janeiro que os 13 autarcas da região do Médio Tejo defenderam em conjunto as “mais valias únicas” da criação de um aeroporto regional em Tanco,s tendo Anabela Freitas, presidente da CIM do Médio Tejo, anunciado nessa altura o referido estudo preliminar para o aproveitamento do Aeródromo de Tancos para aviação civil. A partir daí iniciaram-se uma série de debates públicos sobre o tema que foram interrompidos, devido à pandemia.
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Que bom, um aeroporto civil só para os autarcas ficarem felizes… mais uma Beja, versão 2, gastar dinheiro para ver os pássaros passar a maior parte do tempo.