Os concelhos onde surgiram mais novas empresas em julho foram os de Ourém (16), Santarém (14), Benavente e Coruche (oito em cada), sendo que Chamusca, Ferreira do Zêzere e Sardoal não registaram qualquer nova sociedade. Foto: DR

Na análise mensal à criação de empresas do distrito de Santarém, a Nersant – Associação Empresarial da Região de Santarém, verificou que, à semelhança dos últimos meses, Santarém, na região da Lezíria, e Ourém, município do Médio Tejo, voltaram a ser os concelhos que maior número de sociedades criaram na região.

Depois de janeiro ter sido um mês especialmente forte na criação de sociedades, com 143 entidades criadas, fevereiro voltou, embora de forma mais moderada, a ser um mês acima da média  no que à criação de sociedades diz respeito. No total foram criadas 88 sociedades na região, com predominância do investimento no concelho de Santarém, com 12 entidades criadas, e no concelho de Ourém, com 11 sociedades criadas.

Ainda quanto à localização do investimento, referência para o concelho de Coruche, com nove sociedades criadas, Almeirim e Benavente, com sete sociedades criadas em cada um dos concelhos. Salvaterra de Magos contribuiu para o valor total com seis sociedades, Cartaxo e Mação com cinco, Tomar e Torres Novas, com quatro, e Alcanena, Entroncamento e Rio Maior, com três. Abrantes, Ferreira do Zêzere e Golegã criaram duas sociedades cada, e Alpiarça, Chamusca e Constância obtiveram uma sociedade criada em cada um dos territórios.

Quanto ao CAE das sociedades criadas, destacam-se as Atividades de Engenharia e Afins (quatro), bem como Agricultura e produção animal combinadas, Construção de edifícios (residenciais e não residenciais), Comércio de veículos automóveis ligeiros, Cafés, Outras atividades de consultoria para os negócios e a gestão, Atividades de prática médica de clínica especializada, em ambulatório, e Outras atividades de saúde humana, com três sociedades criadas em cada setor.

Relativamente à forma jurídica das sociedades, continuam a predominar as Sociedades Unipessoal por Quotas (47), seguindo-se as Sociedades por Quotas (36) e as Associações (cinco).

Os promotores dos negócios continuam a ser maioritariamente do sexo masculino.

Jornalista profissional há mais de 30 anos, passou por vários jornais diários nacionais, nomeadamente pelo 'Diário de Lisboa', 'Diário de Notícias' e 'A Capital'. Apaixonada pela profissão desde a adolescência, abraçou o jornalismo nas suas diversas áreas, desde o Desporto às Artes e Espetáculos, passando pela Política e pelos temas Internacionais. O jornalismo de proximidade surge agora no seu percurso.

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