A Comunidade Intermunicipal da Médio Tejo adjudicou um estudo preliminar para o aproveitamento do Aeródromo de Tancos para aviação civil, ao mesmo tempo que decidiu promover um conjunto de debates públicos sobre o tema, o primeiro a realizar já no início de fevereiro. A decisão foi tomada durante uma reunião do Conselho Intermunicipal no dia 28, em que participaram os autarcas dos 13 municípios que integram a CIMT.
O estudo encomendado vai “avaliar a mais valia do Aeródromo de Tancos como porta de entrada na região através do modo aéreo”. O objetivo é envolver os empresários e os cidadãos do território do Médio Tejo no sentido da defesa da a construção do aeroporto em Tancos.
Os autarcas elencaram uma série de entidades a convidar para a criação de um movimento regional “Pro Tancos” com carta de princípio de movimento.
“Estamos empenhados em envolver os cidadãos do nossos territórios e dos territórios à nossa volta”, afirmou Anabela Freitas, presidente da CIMT, no final da reunião, adiantando que representantes de outras Comunidades Intermunicipais vizinhas vão ser convidadas a abraçar a causa de Tancos.
“Não estamos a competir com Vila Real, com Coimbra ou com Beja”, mas a autarca realça “a centralidade nacional e também ibérica” da região do Médio Tejo, que está “bem servida de redes rodoviárias e ferroviárias”.
Já numa posição conjunta anterior, a CIMT tinha defendido as “mais-valias únicas” da criação de um aeroporto regional em Tancos, no concelho de Vila Nova da Barquinha, bem como solicitado reuniões aos Ministros das Infraestruturas e da Defesa.
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