CIM Médio Tejo e Nersant promovem região na Alemanha. Foto: CMM

A associação empresarial Nersant e a CIM Médio Tejo estão a promover a região na Expo REAL, o maior evento internacional de imobiliário e investimento da Europa, e que decorre até quarta-feira, 9 de outubro, em Munique, na Alemanha. O objetivo é divulgar as potencialidades da região ao nível da indústria, tecnologia e energias renováveis.

Uma delegação composta por dirigentes da Associação Empresarial da Região de Santarém – Nersant e autarcas da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo está presente com o único stand português no evento, com o objetivo de “posicionar o Médio Tejo como um destino para investimentos internacionais”, indica a Nersant, em nota de imprensa.

A Expo REAL reúne consultores imobiliários, promotores de projetos, bancos, investidores e prestadores de serviços de mais de 30 países, com a Nersant e a CIM Médio Tejo a pretenderem “destacar as vantagens competitivas do Médio Tejo, evidenciando as suas capacidades empresariais e produtivas para compradores, importadores e potenciais investidores” estrangeiros.

“O objetivo principal é atrair investimento estrangeiro, aumentar as exportações regionais e fortalecer a posição do Médio Tejo nas cadeias de valor globais, promovendo a criação de emprego e o crescimento económico das PME locais”, pode ler-se na mesma nota.

Durante os dias de feira, a delegação tem estado a apresentar um conjunto de ferramentas, guias e estudos que demonstram o potencial do Médio Tejo para investidores e subcontratantes de serviços e produtos regionais, numa participação que “reforça o compromisso de internacionalização da região, projetando o Médio Tejo como uma referência sólida, inovadora e competitiva no cenário global” e “abrindo portas a novas oportunidades de negócios e parcerias estratégicas além-fronteiras”.

A participação na Expo REAL insere-se no projeto Médio Tejo + Internacionalização, dinamizado pela Nersant em parceria com a CIM Médio Tejo e cofinanciado pela União Europeia no âmbito do Portugal 2030.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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