Maria do Céu Albuquerque, presidente da CIMT, e Miguel Pombeiro, secretário executivo. Foto: mediotejo.net

A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIM do Médio Tejo) está a preparar um Plano de Economia Circular nas compras públicas a nível municipal e regional. O mesmo integra o projeto “Economia Circular nas Compras Públicas Conjuntas”, apoiado pelo Fundo Ambiental, e servirá de base para medidas associadas à Estratégia 2030.

O Conselho Intermunicipal da CIM do Médio Tejo decidiu, por unanimidade, dar início à elaboração de um Plano de Economia Circular nas compras públicas da região. Na passada quinta-feira, dia 24, foi aprovada a contratação de serviços de consultoria para a elaboração do documento associado ao conceito estratégico assente em fluxos circulares que visam a redução, reutilização e recuperação dos recursos.

Segundo Miguel Pombeiro, o plano tem projeção a nível municipal e intermunicipal e integra uma temática que abrange a candidatura ao Fundo Ambiental em que foi aprovada a realização do estudo para o setor das compras públicas. O mesmo acrescenta tratar-se de “um primeiro capítulo da futura Estratégia 2030” na medida em que “o próximo período ligado aos fundos comunitários dará muita importância e esta questão da economia circular”.

Uma ação proativa, confirma o Secretário- Executivo da CIM do Médio Tejo, que permitirá “fazer um levantamento da situação atual e futura”. O resultado servirá de base para “a aplicação em projetos ou em critérios de circularidade, quer na comunidade intermunicipal, quer nos municípios e para a própria região do Médio Tejo, incidindo na vertente das compras públicas”.

O Programa Portugal 2030 assenta em oito eixos: Inovação e Conhecimento, Qualificação, Formação e Emprego, Sustentabilidade Demográfica, Energia e Alterações Climáticas, Economia do Mar, Competitividade e coesão dos territórios do litoral, Competitividade e coesão dos territórios do interior e Agricultura/florestas.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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