O Serviço de Cardiologia do CHMT contava apenas com três médicos cardiologistas passando a ter agora seis médicos no quadro. Foto: DR

O mês de dezembro iniciou com a admissão de três novos Cardiologistas no Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE, deu hoje conta a administração do CHMT, que agrega as unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas. O Serviço de Cardiologia contava apenas com três médicos cardiologistas passando a ter agora seis médicos no quadro.

“Num ano que tem sido exigente e pleno de desafios, o Conselho de Administração do CHMT, EPE, em articulação estreita com o Ministério da Saúde e com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, reforçou o Serviço de Cardiologia, dando assim, cumprimento ao compromisso de até ao final do ano de 2020 ter o Serviço de Cardiologia com um aumento significativo de novos médicos”, refere o CHMT, em nota de imprensa.

Segundo a mesma nota, a contratação destes três novos médicos especialistas em Cardiologia “reflete, ainda, o esforço continuado de vincular profissionais ao Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE, assim como de continuar o reforço das condições assistenciais do Serviço de Cardiologia”.

O Serviço de Cardiologia conta ainda com 16 médicos prestadores de serviço, que nunca optaram pela integração nos quadros do CHMT.

O início de atividade dos três novos cardiologistas no CHMT “suscita uma grande expectativa do reforço do referido Serviço” no CHMT, “quer pela ARS-LVT, quer pelo próprio Ministério da Saúde”, dando o CHMT conta que “todas estas entidades têm a perfeita noção de que 16 médicos prestadores de serviço não é a forma mais eficaz para a sustentabilidade da Especialidade de Cardiologia para toda a Região do Médio Tejo”.

“A dinâmica do Serviço de Cardiologia do CHMT, cada vez mais reforçado na sua capacitação, nomeadamente, com a entrada destes três novos médicos, consolidam este Serviço e refletem que o CHMT, EPE, é uma Instituição cada vez mais atrativa para médicos especialistas”, refere.

Segundo se pode ler na mesma nota informativa, “dos três novos cardiologistas recém-contratados, um deles iniciou este ano a colaboração com o CHMT, EPE, em regime de prestação de serviços, enquanto aguardava a entrada nos quadros, tendo dado um forte contributo para o aumento de atividade verificada durante o ano 2020”.

Assim, sublinha, “mesmo em ano de pandemia e apesar do Plano de Contingência implementado face à Covid-19, no ano de 2020 foram realizadas 5.879 consultas de Cardiologia, até final do mês de novembro, o que representa um acréscimo de +11% face a igual período de 2019”.

Por outro lado, “também os procedimentos técnicos realizados em ambiente cirúrgico, como colocação de pace-makers e dispositivos de ressincronização cardíaca, registam um crescimento de +43% até final do mês de novembro”.

Este “novo impulso” que o Conselho de Administração tem vindo a dar ao Serviço de Cardiologia é, sublinha, “igualmente notório e visível nos números das listas de espera de consulta de uma especialidade que, em novembro de 2020, apresentava já uma diminuição de 417 doentes”, o que significa um decréscimo de “74% face a dezembro de 2019, com 147 doentes inscritos”.

“A Lista de Espera de Cirurgia do Serviço de Cardiologia tinha, no final de novembro deste ano de 2020, 56 doentes com um Tempo Médio de Espera de 39 dias, com uma diminuição de 12%, face a dezembro de 2019”, conclui.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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