Médio Tejo lamenta ausência de medidas para travar degradação de cuidados saúde primários. Foto: DR

Decorreu na última semana, no Hospital de Torres Novas, uma reunião do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) com autarcas das unidades torrejana, tomarense e abrantina por forma a discutir as implicações da greve dos motoristas de matérias perigosas na gestão hospitalar, caso esta venha a concretizar-se. A reunião, garante o CHMT, é meramente preventiva.

A informação foi avançada pelo vice-presidente da Câmara de Torres Novas, Luís Silva, durante a reunião de câmara de 6 de agosto, terça-feira. Segundo o autarca, o encontro procurou analisar as implicações da greve prevista para 12 de agosto na logística da instituição, que trabalha em rede entre os hospitais de Tomar, Torres Novas e Abrantes.

O CHMT confirmou ao mediotejo.net na sexta-feira, 9 de agosto, a realização da reunião. O encontro, esclarece a instituição, enquadra-se “nos preparativos de rotina face à anunciada greve dos Motoristas. Desde já, deixa-se um público agradecimento aos presidentes de Câmara pela disponibilidade constante em apoiarem o CHMT, EPE, na mitigação do previsível impacto da mesma greve”.

A reunião foi solicitada pelo próprio CHMT e procurou “antecipar procedimentos que possibilitem minimizar eventuais constrangimentos”.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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