Albufeira de Castelo de Bode em Aldeia do Mato. Créditos: CIMT

O consórcio, composto por 28 entidades públicas e privadas, é liderado pela CIM das Beiras e Serra da Estrela e conta com a participação de mais cinco Comunidades Intermunicipais: CIM da Beira Baixa, CIM da Região de Leiria, CIM da Região de Coimbra, CIM de Viseu Dão Lafões e, como referido, a CIM Médio Tejo.

Trata-se de um projeto que abrange 77 concelhos da região Centro e pretende promover a criação de valor e de emprego sustentável, com base na oferta de produtos turísticos integrados e assentes em recursos ambientais, paisagísticos e culturais.

“É fundamental apostar na valorização do recurso endógeno enquanto elemento estruturante de um destino turístico náutico de interior de excelência com a sua promoção nacional e internacional”, afirma o presidente da CIM Beiras e Serra da Estrela, Luís Tadeu, avançando que “a diversificação de atividades disponíveis, como, canoagem e caiaque, kitesurf e windsurf, mergulho, passeios de barco, pesca desportiva, surfing, vela e wakeboard permitem a captação de turistas que procuram este tipo de produto como motivação da sua deslocação ao território”.

Por sua vez, o presidente da CIM Médio Tejo, Manuel Jorge Valamatos, considera que esta candidatura representa um “passo importante e mais valia para o nosso território”, pois vem “incrementar e dar seguimento ao trabalho que a nossa CIM e os seus municípios têm realizado no âmbito do turismo náutico, nomeadamente, com a instalação da estância de wakeboard no Castelo do Bode, entre outras ações dinamizadoras que potenciam o turismo náutico no Médio Tejo”.

Esta estratégia é consistente com as prioridades e principais objetivos e tipologias de ação previstas no Programa Regional Centro 2030, nomeadamente no que concerne ao reforço da competitividade da região, especialmente das zonas de baixa densidade.

A candidatura pretende a criação de um modelo de inovação territorial socialmente mais inclusivo, a sustentabilidade e resiliência dos territórios interiores e ainda um contributo para a consecução dos objetivos transversais da descarbonização e eficiência energética, da transformação digital e da circularidade da economia.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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