Chama-se Francisco e foi o primeiro bebé a nascer na Maternidade do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), depois do regresso da maternidade à Unidade Hospitalar de Abrantes na quinta-feira, dia 23. As grávidas já podem ter a presença de acompanhante.
O Francisco, o primeiro filho de Vânia Faria e Rui Abreu, nasceu este sábado, dia 25 de julho, às 9:56, com 3, 260Kg. Em nota de imprensa, o CHMT dá conta que com as obras de requalificação executadas durante os últimos meses, no piso que acolhe os Serviços de Ginecologia, de Obstetrícia e a Unidade de Cuidados Neonatais (Maternidade), na Unidade Hospitalar de Abrantes, estão também reunidas as condições que permitem que os partos decorram com a presença de um acompanhante.
O acompanhante deve respeitar as normas de segurança, ou seja, não ter estado em contacto com pessoas infetadas pelo novo coronavírus nos 14 dias anteriores à entrada na maternidade e não ter sintomas de infeção. Reunidas estas condições, refere o CHMT, “ser-lhe-á efetuada colheita para teste” ao Sars-Cov-2.
“Com resultado negativo ao teste, o acompanhante poderá permanecer no quarto junto da grávida até ao parto. Durante este período as saídas do quarto estão restringidas ao estritamente necessário e ausentar-se implica a suspensão do direito de permanência. Quando a grávida for transferida para o internamento, depois do nascimento do bebé, o acompanhante terá que se retirar”, pode ainda ler-se na mesma nota informativa.
Desde o dia 23 de julho, quinta-feira, que os Serviços de Ginecologia, de Obstetrícia e a Unidade de Cuidados Neonatais regressaram de Torres Novas para a Unidade Hospitalar de Abrantes, quatro meses depois, ocupando agora todo o piso 5, estando estabelecido um circuito próprio e estanque que reforça as condições de segurança para utentes e profissionais de saúde face a esta nova realidade da Covid-19.
No caso da maternidade, as parturientes fazem o acesso pela entrada principal, no piso 3, e vão diretamente ao piso 5, onde fazem a sua inscrição e triagem. O Bloco Cirúrgico para parturientes confirmadamente “não covid19” é, também, no piso 5. Ou seja, no caso de ser necessária a realização de cesariana, esta acontecerá também no piso 5, cujo Bloco Operatório foi, igualmente, alvo de obras de requalificação.


Supostas boas novidades, ainda bem que se melhora as condições físicas. infelizmente se pretendem chegar ao nível da Póvoa do Varzim, têm de caminhar muito. O problema não é a falta de meios, porque se fossem à Póvoa ficavam incrédulos com as limitações físicas que existem lá. O problema são as pessoas.. Só chegarão ao nível da Póvoa quando os profissionais mudarem a forma de ser, estar e passarem a respeitar o próximo. Gostava muito que isso acontecesse na maternidade de Abrantes. Quanto à entrada do acompanhante.. a Póvoa já o permite à mais de um mês, inclusive no internamento. (Aqui se vê novamente que as pessoas não estão sensibilizadas em Abrantes ao ponto de chegar ao nível da Póvoa. Não é uma questão do pai ver o filho nascer, é a questão do filho conhecer o pai nos seus primeiros tempos de vida e ter tempo para o reconhecer como porto de abrigo assim como a mãe. A ajuda que um pai da à mãe é também enorme e por isso, estar no internamento, é essencial para não depender de enfermeiros e auxiliares a toda a hora. Hora em que os profissionais devem acompanhar mas dar espaço à família) Força, mudem as cabeças e não a maternidade.
Correção: A Póvoa sempre deixou os pais estarem no parto mas há mais de um mês que permite no internamento.
Ass:Miguel