Stand do Médio Tejo na FITUR combina turismo cultural e gastronomia local. Foto arquivo: Orlando Oliveira

A CIM Médio Tejo participa na 46ª edição da FITUR – Feira Internacional de Turismo, que decorre de 21 a 25 de janeiro, no IFEMA Madrid. Com o mote “Do silêncio de Fátima aos segredos de Tomar, o Médio Tejo revela-se a quem escuta”, a região apresenta-se como destino turístico singular, integrando património histórico, cultural e natural com experiências gastronómicas.

O stand da comunidade intermunicipal (Stand 4G12, Pavilhão 4) será o ponto de encontro para visitantes de todo o mundo, com destaque para a divulgação do potencial turístico do Médio Tejo e provas de produtos locais.

A programação inclui:

  • 21 de janeiro: município de Mação com mel e Ourém com Vinho Medieval, azeite e Bolo do Arco.
  • 22 de janeiro: Sardoal com cubinhos de marmelada e vinho; Abrantes com azeite; CVR Tejo promove a Rota dos Vinhos; Ourém regressa com Ginjinha do Castelo e Bolo do Arco.
  • 23 de janeiro: Ferreira do Zêzere com vinho e bolos Bons Maridos e Boas Esposas; Abrantes com azeite.
  • 24 e 25 de janeiro: Tomar apresenta doce Beija-me Depressa e Licor Templário, complementados pela animação dos Cavaleiros Templários da associação Thomar Honoris.

A participação da região na FITUR 2026 integra o Projeto Produtos Turísticos Integrados do Médio Tejo, cofinanciado pelo FEDER através do Centro 2030, reforçando a promoção do território como destino cultural, natural e gastronómico de excelência.

A FITUR – Feria Internacional de Turismo é a maior feira do setor turístico realizada em Espanha, organizada anualmente em Madrid, reunindo milhares de empresas e profissionais do turismo de todo o mundo. A feira promove negócios, networking e a divulgação de destinos turísticos globais, com foco em inovação, sustentabilidade e experiência do visitante.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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